hoje senti na pele o peso da injustiça...
hoje senti na pele o travo amargo da deslealdade...
...e o pior foi que veio de onde menos esperava... :(
25 janeiro 2007
23 janeiro 2007
19 janeiro 2007
17 janeiro 2007
E que tal...
...um super-hiper-mega-re-jantar de bruxitas, não?!? Que tal no sábado, dia 27? Beijos vassourados =)
Quanto menos tempo temos, mais este se torna valioso.
Apetece-me um dia inteiro sem fazer nada, exactamente nas alturas em que não me posso dar a esse luxo.
Parece que há mais convites para cafés,cinemas, jantares quando tenho de os recusar.
Ai...e a velocidade a que se aproxima o fim do mês?
Socorrooooooo!
Apetece-me um dia inteiro sem fazer nada, exactamente nas alturas em que não me posso dar a esse luxo.
Parece que há mais convites para cafés,cinemas, jantares quando tenho de os recusar.
Ai...e a velocidade a que se aproxima o fim do mês?
Socorrooooooo!
16 janeiro 2007
14 janeiro 2007
12 janeiro 2007
Letras&Tretas
Procura-se um amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Vinicius de Moraes
(a vocês, minhas queridas amigas... Beijinhos com favos de mel)
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Vinicius de Moraes
(a vocês, minhas queridas amigas... Beijinhos com favos de mel)
10 janeiro 2007
eu confesso.
quando comprei o meu primeiro telemóvel, a principal razão foram as sms.
gosto das coisas escritas. que se possam guardar, reler.
gosto de cartas. de encontrar recados. de post-it com mensagem telegraficas. de postais.de papelinhos nas aulas. de cartões de parabéns. de sms.
por isso imaginem como tou feliz. sim, porque se deixei passar a primeira hipotese, a segunda não me escapou...agora tenho sms gratis!
quando comprei o meu primeiro telemóvel, a principal razão foram as sms.
gosto das coisas escritas. que se possam guardar, reler.
gosto de cartas. de encontrar recados. de post-it com mensagem telegraficas. de postais.de papelinhos nas aulas. de cartões de parabéns. de sms.
por isso imaginem como tou feliz. sim, porque se deixei passar a primeira hipotese, a segunda não me escapou...agora tenho sms gratis!
08 janeiro 2007
05 janeiro 2007
Entre os papéis, na velha estante, lá estava ele...o livro de poesias da minha avó...e entre tantas, esta faz-me pensar como me identificava com a minha avó, que tanta falta me faz...
Cigana
Tenho saudades das estradas desse mundo
Das estradas que sonho e nunca correrei
Tenho saudades da vida de aventura
Para que nasci, e nunca levarei
Tenho saudades, apetece-me fugir
Errando por esse mundo além
Tenho saudade – ò se eu pudesse ir!
Matar a sede de lonjura
Que a minha alma tem!
(...)
Cigana
Tenho saudades das estradas desse mundo
Das estradas que sonho e nunca correrei
Tenho saudades da vida de aventura
Para que nasci, e nunca levarei
Tenho saudades, apetece-me fugir
Errando por esse mundo além
Tenho saudade – ò se eu pudesse ir!
Matar a sede de lonjura
Que a minha alma tem!
(...)
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